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Tragédia Suzano (O espírito Luiz Sérgio fala dos bastidores espirituais dos jogos violentos)

A vida humana vem sendo tratada banalmente feito um jogo qualquer. A competitividade entre as crianças e os jovens torna-se a cada dia uma prática rotineira revelando que o importante é vencer, é ser o melhor sempre.

O mundo infantojuvenil também é beneficiado pelas inovações tecnológicas de toda ordem. Por meio de computadores, telefones celulares e todo tipo de equipamento que interliga a mente ao mundo virtual, a conexão do pensamento acontece de maneira natural.

Toda essa modernidade, vinculada a uma educação muitas vezes omissa e permissiva, desencadeia os mais variados dramas na sociedade moderna.

Nesses dias de intensas lutas e grandes dores, as crianças e os jovens vêm sendo bombardeados emocionalmente pelos interesses materialistas.

Grande parte da humanidade não percebe que a tecnologia que deveria servir para diversão e educação do público infantojuvenil, na realidade, é poderoso instrumento e porta aberta para muitos dos males vivenciados nesses tempos.

Paralelamente a tudo isso, os espíritos seguem agindo, consoante os pensamentos e sentimentos das crianças e dos jovens. Não raras vezes, à medida que as crianças e jovens alienam-se por meio de jogos violentos e viciosos, espíritos obsessores aproveitam-se da fragilidade emocional desse público para insuflar a ideia suicida e promover suas ações de vingança.

O número de suicídios entre crianças e jovens cresce a cada dia.

A violência está se tornando um hábito comum, e a indiferença e a desvalorização da vida humana estão se transformando em verdadeira pandemia.

Alguns jogos eletrônicos, depois de praticados por muito tempo, têm o poder de promover a insensibilização de crianças e jovens.

São muitos os crimes praticados em todo mundo, que são plasmados e planejados no mundo espiritual, e incitados a se materializar pelos joysticks, aparentemente inofensivos.

Em um tempo em que os valores éticos morais são postos de lado e as referências positivas escasseiam, as mentes em formação ficam à deriva.

Estou de volta, para narrar minhas experiências e estudos, a respeito do que o mundo virtual pode promover na vida de crianças e jovens, principalmente daqueles que não recebem uma educação que imponha limites à permanência excessiva na vida virtual.

O fácil acesso às armas e os processos obsessivos deflagrados por mentes invisíveis atormentadas estão arrebatando a vida de muita gente.

Não início aqui uma campanha deliberada contra o mundo virtual, que isso seja compreendido.

Os games eletrônicos, quando utilizados com a devida disciplina, beneficiam positivamente as mentes em formação.

Nosso foco são os jogos violentos, visto que despertam os espíritos violentos de outras oportunidades reencarnatórias.

O endeusamento de esportes e jogos em que a agressão e o aniquilamento do outro garantem status social e simbolizam felicidade, precisa ser avaliado com mais cuidado.

A educação é um conjunto de ações no campo intelecto espiritual, que visa ao progresso do ser integral.

No retorno à dimensão espiritual, muitos games maníacos juvenis trazem em seu campo mental os personagens dos jogos eletrônicos aos quais se afeiçoaram, demandando tratamento e esforço de nossa parte, para que o equilíbrio seja restabelecido.

Mais do que nunca precisamos estar atentos à necessidade da educação integral do ser.

Quem acredita que a vida seja um game, lidando com ela de maneira displicente, terá de recolher as consequências e resultados dos games que escolheu.

Nosso desejo, ao apresentar os casos aqui narrados, é alertar os pais, educadores e jovens, que a mente infantojuvenil é um campo fértil, que necessita ser cuidado com responsabilidade e amor.

A vida não é um game, em que no final da disputa se pode apertar uma tecla e reiniciar o jogo, ela tem consequências, pois o espírito é imortal.

A vida na Terra não tem reset, restart. O recomeço pela reencarnação é sempre mais difícil e complicado, e o retorno não se dá pelo nosso bel-prazer.

Existem condições regidas pela Misericórdia Divina para que possamos retomar à vida na carne.

Se os homens soubessem verdadeiramente a logística que envolve um projeto reencarnatório, não tratariam a vida feito um jogo, uma brincadeira de vontades.

Para o espírito imortal não existe “Game Over”, mas as fases mal vividas de uma vida real, que podem trazer muitas dores e lágrimas.

Luiz Sérgio

Prefácio do livro “Game Over” do espírito Luiz Sérgio

Pelo médium Adeilson Salles

Fonte: Intelítera

Sobre Fernando Rossit

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Fernando Rossit é funcionário público e reside em São José do Rio Preto. Espírita desde 1978, atua em várias tarefas nas casas espíritas "Associação Espírita Allan Kardec" e "Centro Espírita Irmão Gerônimo".

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