quinta-feira , janeiro 17 2019
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A Pureza da Não-violência.

A Pureza da Não-violência.

Ainda na série Não-violência como ferramenta de mudanças e ações sociais, motivados e motivando a proposta social pacífica dos Brasileiros em busca de melhoras nas condições do país. (Veja também parte 1 – parte 2 – parte 3 – parte 4parte 5)

Segundo Gandhi, a Não-violência não deve ser viciada pelo desejo humano de reconhecimento ou vantagem pessoal. Ao contrário, deve seguir como toda forma de serviço e sacrifício que contribui para a preservação e desenvolvimento da vida humana. É profundamente orientada à dignidade, liberdade e bem-estar das pessoas.

Mostra que a Não-violência não é uma maneira egoísta de fuga das responsabilidades, mas uma forma maior de sacrifício pela união e paz.

Alertando até aos praticantes, que tipos resistência pacífica como a greve de fome, deve ser feita com prudência e flexibilidade. Com cautela, para que não se seja uma ação de própria violência punitiva ao invés de sacrifício pelos próximos. (Segundo o contexto histórico do momento que a Índia passava, este tipo de ação era bastante praticada, até pelo próprio Gandhi.)

Mahatma manteve até o fim a ideia que somente a Não-violência em sua forma pura de amor ao próximo é que garantia a paz e a ordem mundial.

Na próxima semana, continuaremos com o momento histórico e a ideologia de movimento pacifista de Martin Luther King.

Sobre Alan Paschoal

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