quarta-feira , julho 18 2018

A Cura

E ESTAVA NA SINAGOGA UM HOMEM QUE TINHA UM ESPÍRITO DE UM DEMÔNIO IMUNDO, E EXCLAMOU EM ALTA VOZ, DIZENDO: AH! QUE TEMOS NÓS CONTIGO, JESUS NAZARENO? VIESTE A DESTRUIR-NOS? BEM SEI QUEM ÉS: O SANTO DE DEUS” (Lucas 4, 33 e 34)

 

Fundamental a qualquer doente perceber quando a Luz lhe passar pela frente, mas imprescindível reconhecê-la como sua cura.

De uma população planetária de centenas de milhões, de uma população judaica de centenas de milhares, apenas oito homenagearam seu nascimento, doze o seguiram, três foram à vigília final mas dormiram, um amigo esteve abertamente ao pé da cruz, sendo que ninguém testemunhou por ele nem o ajudou com a cruz espontaneamente.

Muitíssimo mais lúcidas, as trevas sempre o reconheceram, o nomearam Filho de Deus, ainda que estejam tão acostumadas à desarmonia que muitas vezes sintam a libertação como sua destruição.

Saber-se doente, buscar e submeter-se a tratamentos para o corpo, para a mente e para o espírito são atitudes tão imprescindíveis a qualquer tratamento que sequer são citadas como procedimento terapêutico.

Sem a conquista da boa vontade, porém, ninguém alcançará sequer uma melhoria consistente.

Maurício Zomignani

Sobre Fernando Rossit

Fernando Rossit é funcionário público e reside em São José do Rio Preto. Espírita desde 1978, atua em várias tarefas nas casas espíritas "Associação Espírita Allan Kardec" e "Centro Espírita Irmão Gerônimo".

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